A ARTE INDÍGENA CONTEMPORÂNEA DE JAIDER ESBELL E O SEU CONTRAPONTO À INDÚSTRIA CULTURAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24979/179

Palavras-chave:

indústria cultural, Arte indígena, Capitalismo, Mídia

Resumo

Neste artigo apresentamos um estudo sobre a arte indígena contemporânea a partir das experiências relatadas pelo artista plástico indígena Jaider Esbell, em uma entrevista realizada em dezembro de 2017. Iniciamos nosso trabalho conceituando a arte indígena e como ela é vista pela sociedade contemporânea, passando pela experiência de Jaider Esbell e o seu contraponto à cultura de massas e à indústria cultural, descritas por Adorno e Horkheimer. Esbell, dessa forma, apresenta uma espécie de “encantamento” presente na indústria da cultura capitalista, onde o seu trabalho consegue caminhar na grande roda da mídia cultural sem que fique necessariamente no “olho” dela. Nesse trabalho, nos embasamos em Adorno e Horkheimer para problematizar o tema da indústria cultural e a proposta do artista plástico que se confrontar com o sistema e, ao mesmo tempo, consegue dialogar com ele. A arte indígena contemporânea, principalmente a amazônica, é de fato algo novo a ser estudado, desse modo, ainda está obscura e chama a atenção da indústria cultural que se aproxima do segmento. A questão é saber se a arte indígena contemporânea irá se aliar plenamente com a indústria cultural capitalista, ou servirá de contraponto a ela.

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Biografia do Autor

Paulo Thadeu Franco das Neves, Universidade Estadual de Roraima/UERR

Especialista em "Fundamentos de Filosofia: Conteúdo e Método" pela Universidade Estadual de Roraima – UERR.

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Publicado

2020-05-29

Como Citar

NEVES, P. T. F. das; FAVRETO, E. K. A ARTE INDÍGENA CONTEMPORÂNEA DE JAIDER ESBELL E O SEU CONTRAPONTO À INDÚSTRIA CULTURAL. Ambiente: Gestão e Desenvolvimento, [S. l.], v. 13, n. 1, p. 103-111, 2020. DOI: 10.24979/179. Disponível em: https://periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/179. Acesso em: 26 set. 2020.