Working with concept maps in higher education

An experience in the introductory course to mathematical analysis

Authors

  • Sabrina de Souza Rodrigues Amazonas State University/UEA , Universidade Estadual de Amazonas/UEA , Universidade do Estado do Amazonas/UEA https://orcid.org/0000-0003-4074-5552

DOI:

https://doi.org/10.24979/ambiente.v1i1.1085

Keywords:

University education, Concept maps, Learning, Math

Abstract

This article aimed to analyze the impacts caused on students' learning through the use of concept maps as a pedagogical resource in the Introduction to Analysis classes. The research was developed in a class of the Licentiate in Mathematics of a public university in the interior of the State of Amazonas and involved 10 academics. Within the qualitative paradigm, the case study method was adopted and for data collection, a questionnaire and observation. It was found that the concept maps help in learning since in the elaboration process the students express doubts and mastery in relation to the studied content, which contributes to a self-reflection on what needs to be intensified and what in fact has already been understood. As for the teacher, it allows verifying through the associations and organized hierarchical structure in which the meanings are arranged on the map by the students if learning is taking place, allowing a redirection of teaching practice to work with concepts not yet assimilated.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Sabrina de Souza Rodrigues, Amazonas State University/UEA, Universidade Estadual de Amazonas/UEA, Universidade do Estado do Amazonas/UEA

    Doctoral student at the Graduate Program in Science and Mathematics Education, PPGECEM - REAMEC. Master in Mathematics from the Federal University of Amazonas; Specialization in Mathematics Teaching and Graduation in Mathematics Degree from the State University of Amazonas - UEA. Professor at the State University of Amazonas - Center for Higher Studies of Tefé.

References

AUSUBEL, David Paul.; NOVAK, Joseph Donald; HANESIAN, Helen. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro: Editora Interamericana, 1980.

ÁVILA, Geraldo. Análise Matemática para Licenciatura. 3 ed. São Paulo: Edgard Blücher,2006.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2011.

BORBA, Marcelo de Carvalho. Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012.

CRESWELL, John. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. Porto Alegre. Editora: Artmed. 3ª Edição. 2010.

D’AMBROSIO, Ubiratan. Educação Matemática: da Teoria à Prática. Campinas: Papirus, 2012.

FONTANA, Felipe. Técnicas de pesquisa. In: MAZUCATO, T. (org.). Metodologia da pesquisa e do trabalho científico. Penápolis, SP: FUNEPE, 2018. p. 59-78.

KRAUSE, João Carlos.; ANDREOLA, Charline da Silva.; CONTRI, Rozelaine. Usando Mapas Conceituais para uma Aprendizagem Significativa de Geometria. Revista Brasileira de Ensino de Ciências e Matemática. v. 3, n. 3, p. 868-889, 2020.

MELO, Marcelo Ferreira de. Os desafios da Análise Matemática em um curso de Licenciatura a Distância. EaD em Foco, p. 1-9, 2019.

MENEGOLLA, Angela Maria. Mapas Conceituais como Instrumento de Estudo na Matemática. 101 f., 2006. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática), Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil, 2006.

MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. 2012. Disponível em: <http://www.if.ufrgs.br/~moreira/>. Acesso em: 06 jan. 2022.

MOREIRA, Marco Antonio. A teoria da aprendizagem significativa e sua implementação em sala de aula. 1. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2006.

MOREIRA, Plinio Cavalcanti; VIANNA, Carlos Roberto. Por Que Análise Real na Licenciatura? Um Paralelo entre as Visões de Educadores Matemáticos e de Matemáticos. Bolema: Boletim de Educação Matemática. v. 30, n. 55, p. 515-534, 2016.

MOTA, Janine da Silva. Utilização do Google Forms na pesquisa acadêmica. Revista Humanidade e Inovações, Palmas, v.6, n. 12, p. 371-380, 2019.

NOVAK, Joseph. Donald.; CAÑAS, Alberto José. A teoria subjacente aos mapas conceituais e como elaborá-los e usá-los. Práxis Educativa, v. 5, n. 1, p. 9-29, 2010.

NOVAK, Joseph. Donald., GOWIN, Dixie Bob. Aprender a Aprender. Paralelo Editora, LDA. Lisboa, 1984.

SAMPIERI, Roberto Hernández; COLLADO, Carlos Fernández; LUCIO, María del Pilar Baptista. Metodologia de pesquisa. Trad.: Daisy Vaz Moraes. 5 ed. Porto Alegre: Penso, 2013. 624p.

STEFENON, Leticia Oberoffer; MOREIRA, Marco Antônio; SAHELICES, Concesa Cabellero Sahelices. O uso de mapas mentais para a compreensão da relação de matemática e física na engenharia ambiental e sanitária. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, v. 12, n. 3, p. 223-240, 2019.

TAVARES, Romero. Construindo mapas conceituais. Ciências & Cognição, v.12, p.72-85, 2007.

VIEIRA, André Ricardo Lucas. Mapas conceituais no ensino de matemática: experiência na educação de jovens e adultos. Revista Exitus. v. 10, n. 1, p. 1-26, 2020.

Published

2022-07-28

How to Cite

Working with concept maps in higher education: An experience in the introductory course to mathematical analysis. Ambiente: Gestão e Desenvolvimento, [S. l.], p. 120–131, 2022. DOI: 10.24979/ambiente.v1i1.1085. Disponível em: https://periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/1085. Acesso em: 13 mar. 2026.