A ciência como espaço de poder
Sonia Guimarães e as epistemologias feministas na desconstrução do ensino tradicional de ciências
DOI:
https://doi.org/10.24979/ambiente.vi.1662Keywords:
Ciência, Epistemologia, Poder, EnsinoAbstract
Esse estudo tem por objetivo analisar a ciência como espaço de poder, compreendendo-a como uma construção histórica.
Downloads
References
BARBIERI, T. Acerca de las propuestas metodológicas feministas. In: BARTRA, E. (Org.). Debates en torno a una metodologia feminista. México: Universidad Autônoma Metropolitana, 1998.
CARNEIRO, S. Mulheres em Movimento. Estudos Avançados, São Paulo, v. 17, n. 49, 2003.
CARVALHO, M. G. de; CASAGRANDE, L. S. Mulheres e ciência: desafios e conquistasDOI. Revista Internacional Interdisciplinar Interthesis, v. 8, n. 2, p. 20-35, 2011.
CASEMIRO, P. Primeira professora negra no ITA, Sonia Guimarães cobra igualdade para mulheres: 'conservadorismo já não é mais capaz de nos parar'. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/primeira-professora-negra-no-ita-sonia-guimaraes-cobra-igualdade-para-mulheres-conservadorismo-ja-nao-e-mais-capaz-de-nos-parar.ghtml. Acesso em: 01 de nov. 2024.
CHASSOT, A. A Ciência é masculina? É, sim senhora! São Leopoldo: Editora Unisinos, 2003.
CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos Feministas. Ano 10 vol. 1, 2002.
FARGANIS, S. O Feminismo e a reconstrução da ciência social. In: JAGGAR, A. M. BORDO, S. R. B. (Org.). Gênero, corpo, conhecimento. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1997.
FOUCAULT, M. A Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2013.
FOUCAULT, M. Verdade e Poder. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
FOX, M. F. Publication productivity among scientists: a critical review. Social Studiesof Science, v. 13, p. 285-305, 1983.
GUIMARÃES, S. Conheça a Sonia Guimarães. Disponível em: https://iric.com.br/conheca/sonia-guimaraes/. Acesso em: 01 de nov. 2024.
HARAWAY, D. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, n. 5, p. 7-41, 1995.
HARDING, S. Del problema de la mujer en la metodologia al problema de la metodología en el feminismo. In:___, Ciencia y Feminismo. Capítulo I. Madrid: Ediciones Morata, 1996.
HEERDT, B.; BATISTA, I. de L. Questões de gênero e da natureza da ciência na formação docente. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 21, n. 2, p. 30- 51, 2016.
KELLER, E. F. Refiguring life: Metaphors of twentieth century biology. New York, Columbia University Press, 1995.
LONG, J. S. The Origins of Sex Differences in Science. Social Forces, v. 68, n. 4, p. 1297, 1990.
LONGINO, H. Epistemologia Feminista. In: GRECO, J.; SOSA, E. Compêndio de Epistemologia. Tradutores Alessandra Siedschlag Fernandes e Rogério Bettoni. São Paulo: Loyola, 2012.
LOURO, G. L. Gênero e sexualidade: pedagogias contemporâneas. Pro-Posições, Campinas, v. 19, n. 2, p. 17-23, 2008.
LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação: Uma perspectiva pósestruturalista. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
LÖWY, I. Ciências e gênero. In: HIRATA, H. et al. (org.). Dicionário crítico do feminismo. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
MAULEÓN, E.; BORDONS, M. Male and female involvement in patenting activity in Spain. Scientometrics, [s.l.], v. 83, n. 3, 2010.
MIES, M. Investigación sobre lasmujeres o investigación feminista? In: BARTRA, E. (Org.). Debates en torno a una metodologia feminista. México: Universidad Autônoma Metropolitana, 1998.
OSADA, N. M.; COSTA, M. C. A construção social de gênero na Biologia: preconceitos e obstáculos na biologia molecular. Cadernos Pagu, Campinas, n. 27, p. 279-299, 2006.
RAGO, M. Descobrindo Historicamente o Gênero. Cadernos Pagu, Campinas. Editora Unicamp, 1998.
REYNALDO, R. G. Por uma epistemologia do ponto de vista feminista interseccional dissidente: reflexões a partir do processo de avaliação por pares do manuscrito “Da constituição e causalidade na pesquisa feminista nas Relações Internacionais”. Cadernos Pagu, 2024.
SCHIEBINGER, L. O feminismo mudou a ciência? Bauru: Edusc, 2001.
SCOTT, J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 71-99, 1995.
TABAK, F. O laboratório de pandora: estudos sobre a ciência no feminino. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
TOSI, L. Mulher e ciência: a revolução científica, a caça às bruxas e a ciência moderna. Cadernos Pagu, n. 10, p. 369-397, 1998.
VELHO, L.; LEÓN, E. A construção social da produção científica por mulheres. Cadernos Pagu, v. 10, p. 309-344, 1998.
VIEIRA, R. A. “Retomada” Antropológica: feminista negra e a pesquisa com mulheres indígenas. Ilha – Revista de Antropologia. Florianópolis, v. 26, n. 1, p. 129-139, 2024.
Downloads
Published
License
Copyright (c) 2025 Alcione Aparecida da Silva, Prof. Dr. Marcos Cesar Danhoni Neves

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
The entire content of this magazine is protected by the Copyright Law (9,610 / 98). The partial or complete reproduction of articles, photographs or art in general contained in the publications must be credited to the author in question. The magazine Ambiente: Gestão e Desenvolvimento (ISSN 1981-4127) is distributed under the Creative Commons license - Attribution - commercial use - sharing under the same license (BY). There is permission to use and create works derived from the material, as long as there is attribution of credits (BY). Publications are distributed free of charge on the official website.








