SEXUALIDADE E ESCRAVIDÃO DA MULHER ÁRABE-MUÇULMANA

Autores

  • Carlos Silva, 991149028 Universidade Estadual de Roraima

DOI:

https://doi.org/10.24979/remgads.v9i2.56

Resumo

Os árabes-muçulmanos foram os primeiros a comercializar escravos com finalidade exclusivamente sexual e econômica, em que mulheres escravas ficavam à disposição de seu mestre, e os homens, muitos transformados em eunucos pela castração, tanto brancos como negros, tinham a tarefa cuidar e zelar da segurança delas, trabalhar em construções e em atividades agrícolas e militares.  Enquanto às esposas estava reservado o cuidado dos filhos e a harmonia do lar, as escravas eram envolvidas em obrigações não apenas sexuais, mas em atividades inerentes à vida doméstica do harém, como cantoras, dançarinas e poetisas, atividades fundamentalmente exercidas para satisfação de seu mestre.

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Biografia do Autor

  • Carlos Silva, 991149028, Universidade Estadual de Roraima

    Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (1992), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (1994), doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (2006) e pós-doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo -USP e pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa - IUL, Portugal, em 2011 e 2012. Atualmente é pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação e professor da Universidade Estadual de Roraima - UERR, Faculdade Cathedral de Ensino Superior e pesquisador antropólogo do Instituto de Amparo à Ciência, Tecnologia e Inovação - IACTI -, em Roraima. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras e Antropologia das terapêuticas de cura sóciomágica. (Fonte: Currículo Lattes)

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Publicado

26/04/2017

Edição

Seção

Artigos - Seção Varia

Como Citar

SEXUALIDADE E ESCRAVIDÃO DA MULHER ÁRABE-MUÇULMANA. Ambiente: Gestão e Desenvolvimento, [S. l.], v. 9, n. 2, p. 01–08, 2017. DOI: 10.24979/remgads.v9i2.56. Disponível em: https://periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/56.. Acesso em: 4 mar. 2024.