FLUOROSE ENDÊMICA NA AMÉRICA LATINA

Autores

  • Lia Silva de Castilho Universidade Federal de Minas Gerais
  • Efigênia Ferreira e Ferreira Universidade Federal de Minas Gerais
  • Leila Nunes Menegase Velásquez Universidade Federal de Minas Gerais
  • Lúcia Maria Fantinel Universidade Federal de Minas Gerais
  • Edson Perini Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.24979/227

Palavras-chave:

Envenenamento por flúor, Toxicidade de fluoretos, Epdemiologia de fluorose, Flúor

Resumo

A distribuição da fluorose endêmica na América Latina foi investigada e os diferentes efeitos sobre a saúde humana foram relacionados aos teores naturais de fluoretos acima de 1,5 mg/L na    água de abastecimento, nível máximo de fluoretos preconizado pela OMS. Realizou-se uma busca nos bancos de dados Medline, Lilacs e BBO. A revisão da literatura buscou a complementação com dados geográficos, geológicos e hidrogeológicos. O México é o país mais afetado pelo problema. Os resultados demonstram que a fluorose dentária é a anomalia mais frequentemente descrita, embora existam trabalhos que estudam o osso afetado pelo flúor, efeitos no aparelho reprodutor masculino e efeitos na cognição humana. A captação de águas de fontes apropriadas é uma preocupação para as autoridades sanitárias, mas a restauração cosmética das lesões não é prioridade aparente para os serviços de saúde pública.

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Publicado

2015-09-05

Como Citar

CASTILHO, L. S. de; FERREIRA, E. F. e; VELÁSQUEZ, L. N. M.; FANTINEL, L. M.; PERINI, E. FLUOROSE ENDÊMICA NA AMÉRICA LATINA. Ambiente: Gestão e Desenvolvimento, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 15–31, 2015. DOI: 10.24979/227. Disponível em: https://periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/227. Acesso em: 19 jun. 2021.

Edição

Seção

Artigos - Seção Varia