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A necessidade de formar um cidadão para viver num mundo cada vez mais complexo e interconectado exige dos professores buscar estratégias didáticas cada vez mais eficientes; mas com frequência essa busca se faz de maneira empírica sem considerar como o estudante aprende. Frequentemente, o professor não está devidamente preparado para organizar o processo de ensino e aprendizagem, o que pode dificultar o alcance do sucesso desejado levando-o a frustração profissional. Em muitas ocasiões os métodos utilizados para a resolução de problemas de ensino e aprendizagem têm a característica principal de serem pragmáticos sem fundamentos científicos. Isso significa que, frequentemente, os professores recorrem a estratégias de ensino baseadas apenas na prática cotidiana ou em tentativas e erros, sem considerar teorias ou estudos que expliquem como as pessoas realmente aprendem. Como resultado, essas abordagens podem não ser tão eficazes quanto poderiam, já que não levam em conta os processos cognitivos envolvidos na aprendizagem.
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Ciências Humanas
ISSN 2317-5206




